Sem Cristo, o homem trilha caminhos divergentes da vida, e convergentes para a morte.
Na relação com Deus, quanto mais ansiamos e nos convencemos do nosso autogoverno, mais patente e inconteste está o nosso fracasso.(JFI)
Cristo destruiu a morte, ao terceiro dia; e não fez nele esconderijo!
Pregar o Evangelho preciso, não implica em ter respostas precisas para todas as perguntas específicas.
Jamais devemos nos esquecer de que o amor de Deus é infinito, sua graça é infinita, sua misericórdia é infinita, seu perdão é infinito, mas também de que a sua justiça e ira são infinitas.
A comunhão com Deus não pode ter hora e data marcadas (de maneira geral e individual; não falo dos momentos comuns em que nos ajuntamos com outros irmãos para louvar e realizar a obra do Senhor), mas deve ser constante, a cada minuto... Nossa mente deve estar sempre voltada para ele... Nosso pensamento em contato ininterrupto com ele, e, aí, já estaremos em um estado de permanente oração e adoração.
É colocá-lo em nossa vida inteira e por completo...
Assim como estamos em nós (e não há como não estarmos), que ele esteja também; tão indistintamente ligado a nossa alma que não notamos se somos nós ou ele, pois já temos a mente de Cristo.
"Nós podemos trabalhar muito uns pelos outros, e devemos trabalhar. Mas é Deus, apenas Deus, quem cura".
David Wilkerson, em "A cruz e o punhal", pg. 86