A existência humana, como a conhecemos, é uma fração irrisória na história, e o homem um nada em relação à criação, quanto mais se compará-lo a Deus. Não é estranho, portanto, o anseio obsessivo de, sendo nada, fazer-se como ele e querer tudo?... Ah, maravilhas das maravilhas, enquanto o homem tenta subir as escadas para o trono divino, em uma nítida intenção de invadir e conquistar o Reino; Deus, em sua sabedoria, desceu aos porões da terra, fazendo-se um de nós, para, assim, salvar o seu povo, os seus eleitos. E, somente então, as portas do reino eterno foram-nos abertas, escancaradas, para encontrarmo-nos com o Criador, Senhor e Salvador, e dele, e por ele, e para ele, gozarmos por toda a eternidade. Não foi o homem quem subiu aos céus, mas Cristo se fez homem, servindo-nos de escada, como uma ponte a ligar o mundo perdido e baixo ao Reino venturoso e sublime, finalmente alcançado, onde nos realizamos, filhos amados do Pai, pelos méritos exclusivos do Filho. [JFI]
Jamais devemos nos esquecer de que o amor de Deus é infinito, sua graça é infinita, sua misericórdia é infinita, seu perdão é infinito, mas também de que a sua justiça e ira são infinitas. [JFI]
A comunhão com Deus não pode ter hora e data marcadas (de maneira geral e individual; não falo dos momentos comuns em que nos ajuntamos com outros irmãos para louvar e realizar a obra do Senhor), mas deve ser constante, a cada minuto... Nossa mente deve estar sempre voltada para ele... Nosso pensamento em contato ininterrupto com ele, e, aí, já estaremos em um estado de permanente oração e adoração.
É colocá-lo em nossa vida inteira e por completo...
Assim como estamos em nós (e não há como não estarmos), que ele esteja também; tão indistintamente ligado a nossa alma que não notamos se somos nós ou ele, pois já temos a mente de Cristo. [JFI]
A idéia do livre-arbítrio é de que dele depende a responsabilidade humana. Porém, quando se questiona a origem dessa responsabilidade, tem-se como argumento que ela procede do livre-arbítrio. Está-se formado o argumento circular vicioso. [JFI]
A modernidade (leia-se ideólogos de plantão; em especial os progressistas e seus delírios) cria o monstro e depois vem com mais desculpa esfarrapada dizendo que o monstro é um príncipe, e que o príncipe pode ter atitudes de monstro, vez ou outra.
Como a minha avó dizia: "Filho feio não tem pai!". E eles não querem assumir a progenitura da besta, que mata, destrói, e torna em caos uma sociedade na qual as marcas do "imago dei" já não são mais perceptíveis, tal o nível de depravação do homem.
São tempos trabalhosos, como afirmou Paulo, referindo-se aos últimos dias (2 Tm 3.1).
Entretanto, não desanimemos, arregacemos as mangas das camisas, e proclamemos o Reino, sabendo que Cristo colocará tudo em seu devido lugar, no tempo certo. [JFI]
Infelizmente, vivemos em uma época de acomodação e aceitação passiva (não estou defendendo revoltas e revoluções) do que está posto como superioridade secular. E a maior prova disso é o encabrestamento da igreja e seus intelectuais, em sua maioria, pelo deus deste século. [JFI]
À minha direita, as paredes da casa vibram, literalmente, com um "pancadão" funk, enquanto as da esquerda são trinchadas ao som "disco" dos anos 70.
Certos equipamentos deveriam ser adquiridos mediante prova de sanidade e equilíbrio, tal qual armas, automóveis e explosivos. Acrescentaria à lista: as caixas de som, autofalantes em geral e amplificadores.
No inferno, penso, eles existem em profusão! [JFI]