Jamais devemos nos esquecer de que o amor de Deus é infinito, sua graça é infinita, sua misericórdia é infinita, seu perdão é infinito, mas também de que a sua justiça e ira são infinitas.
A comunhão com Deus não pode ter hora e data marcadas (de maneira geral e individual; não falo dos momentos comuns em que nos ajuntamos com outros irmãos para louvar e realizar a obra do Senhor), mas deve ser constante, a cada minuto... Nossa mente deve estar sempre voltada para ele... Nosso pensamento em contato ininterrupto com ele, e, aí, já estaremos em um estado de permanente oração e adoração.
É colocá-lo em nossa vida inteira e por completo...
Assim como estamos em nós (e não há como não estarmos), que ele esteja também; tão indistintamente ligado a nossa alma que não notamos se somos nós ou ele, pois já temos a mente de Cristo.
"Nós podemos trabalhar muito uns pelos outros, e devemos trabalhar. Mas é Deus, apenas Deus, quem cura".
David Wilkerson, em "A cruz e o punhal", pg. 86
O problema, no mundo, é que a maioria das pessoas são fanáticas por si mesmas (uma forma clara de autoidolatria, e quando alguém decide-se por negar a si, e seguir a Cristo, é tido por louco), ou por seus ídolos (sexo, drogas, ideologias, poder, dinheiro, fama, orgulho, autossuficiência, futebol, trabalho, ciência, etc) . No fundo, tudo isto não passa de uma rebeldia contra Deus, e o mais tolo delírio, que é o culto a qualquer coisa que não seja o Deus bíblico.
O cristão nega esse individualismo, ao escolher honrar a Deus, pregar o seu Evangelho, vivê-lo (ainda que com todas as possíveis quedas, decorrentes do pecado que ainda habita nele), e proclamá-lo, com o fim de levar alguns outros ao arrependimento, e a se reconciliaram com Deus. Como Paulo disse, Cristo é escândalo e loucura para este mundo : "Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus." (1 Coríntios 1:18).
Por isso o cristão bíblico é visto como um inimigo declarado, e hostilizado por aqueles que, na verdade, são inimigos de Deus, e nos fazem também seus inimigos, quando a nossa relação com eles é de amor; o amor primeiro, que levou o Pai a entregar seu Filho Amado, a sacrifica-lo, por nós.
Infelizmente, vivemos em uma época de acomodação e aceitação passiva (não estou defendendo revoltas e revoluções) do que está posto como superioridade secular. E a maior prova disso é o encabrestamento da igreja e seus intelectuais, em sua maioria, pelo deus deste século.
"To live it is necessary to be born again, to be born again it is necessary to die."
[G.K. Chesterton: 'Daily News,' Jan. 21, 1905].
"À minha direita, as paredes da casa vibram, literalmente, com um "pancadão" funk, enquanto as da esquerda são trinchadas ao som "disco" dos anos 70.
Certos equipamentos deveriam ser adquiridos mediante prova de sanidade e equilíbrio, tal qual armas, automóveis e explosivos. Acrescentaria à lista: as caixas de som, autofalantes em geral e amplificadores.
No inferno, penso, eles existem em profusão!"